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19 novembro 2011

Para o Elcio



Janeiro.
Eu não fazia a mínima idéia de como seria minha vida. E aí, reencontro o Éden e conheço você. Aquele sol quente, a praça do Obelisco, as árvores, o vento... Nunca vou esquecer desse dia. Nunca.
E a vida foi seguindo. A gente foi se encontrando. Você foi me cativando.
É impossível não gostar de ti. É impossível ficar perto de ti e não ter vontade de abraçar, de morder, de beijar e dizer que és tão lindo!
E teu abraço, teu ronrronar(?) de gato... Quero todos os dias! E todos os dias o teu sorriso eu quero ver! E todos os dias encontrar as tuas soluções hilárias para os nossos problemas diários.
E todos os dias, e todos os dias, e todos os dias...
Todos os dias lembrar que tenho um pedacinho teu comigo, todos os dias lembrar que deixei um tico de mim contigo, e todos os dias sorrir que tenho o menino mais lindo do mundo como amigo.
Pois tu não sabes a felicidade que sempre sinto quando te vejo.
E eu fico aqui, feito uma boba tentando dizer que te amo com zilhões de palavras e que te desejo sempre o melhor todos os dias.
Bom, minha vida ainda não tem rumo certo. Mas uma coisa eu sei: quero tu comigo sempre por perto.
Feliz parabéns , Elcio.
Amo você. A Nathy também.

24 maio 2011

The Donnas

sms (ágda): Tive ideia sobre o post de aprensentação.
sms (nathy): Qual? Qual? *-*
sms (ágda): eu falaria de você e você falaria de mim :)
sms (nathy): Atorei :D

Manhã de sol (meu iá-iá, me iô-iô), Nathy vira pra mim e fala: "Vamos montar um blog?"
Sim, ela é assim.
Geralmente eu não defino amigos. Sempre acho que o que quer que eu diga, nunca vai ser capaz de definir o que eles realmente são e significam pra mim.
Mas deixando essas desculpas clichês de lado, falemos de Natascya Melo.
A doce menina da sacola.
Moleca do Brasil, mistério do planeta.
Mano from gueto em alguns dias também.
Cinema, sem dúvida alguma é a arte que sempre associo a ela.
Porque o tempo de tristeza perto dela dura apenas 5 minutos. E a alegria dura um googleplex de horas. Sem contar com os vários transmimento de pensação que temos, os cafés compartilhados e as heineken's divididas. Fora sua incrível habilidade para o cartunismo e fotografia. Sim, ela tem uma câmera analógica azul muito linda, mas conhecida por Diana. Ela vale cem dólares. E uma vida sem ela, seria uma vida com as botas sempre pesadas.


Cabelos cacheados, tênis e uma bolsa que cabe tudo dentro. Tudo e mais um pouquinho: cabe um caderno molhado charmosíssimo, metade do bolo que ela traz de casa pra me alimentar, um bloquinho com pensamentos e desenhos, um reparador de pontas/redutor de volume e um monte, um monte de sentimentos e histórias que ela compartilha comigo todos os dias.
Número 1 no Top 20 de sms no meu humilde celular, Agdala me corrompeu pro mundo dos blogs sem querer.
Um dia sem ela e minha imunidade baixa, nem uma viagem para uma cidade linda me anima o suficiente. Me ensinou que monogamia #fail e que o lance agora é stalkear um guri aí. Ou melhor, era o lance. Cheias de transmimento de pensação, crises de risos intermináveis e fanáticas por café e livros, nós resolvemos DO NADA escrever juntas, ou em um espaço comum, se preferir. O que importa é que agora que estamos juntas e ninguém separa.
E tenho dito.